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O ESTUDO DE OKINAWA




A soja é cultivada e consumida na Ásia há cinco milênios. Evidência mais definitiva sobre culturas de soja existe na literatura chinesa desde o século XI BC. A soja foi inicialmente cultivada no norte da China e posteriormente nas regiões central e sul da China. Em torno do ano 100 BC, o cultivo da soja se espalhou para a península coreana, Japão, países do sudeste asiático, e subcontinente indiano (Simoons, 1991).

As meias-verdades da imprensa leiga sobre a soja


Vários autores repetidamente afirmam que as pessoas na China, Japão e outros países asiáticos ingerem muito pouca soja, portanto não há precedente histórico para se usar as quantidades recomendadas por diversos autores. Esta é uma enganosa meia-verdade. É verdade que em partes da Ásia, mais precisamente na China, o consumo da soja não é tão alto. Mas a Ásia é uma enorme área com vários bilhões de pessoas.
O que importa não é a média de consumo de soja para a Ásia como um todo, mas o consumo de soja naquelas partes da Ásia que demonstram os mais altos níveis de saúde humana. E não há qualquer dúvida sobre onde isto se dá. A população idosa de Okinawa (Japão) tem os melhores índices de saúde e a maior longevidade do planeta. Isto é fundamental pois o maior consumo de soja neste planeta está justamente em Okinawa. Muitos indivíduos conhecem Okinawa apenas como a região onde ocorreu uma das mais longas e sangrentas batalhas da Segunda Guerra Mundial, e que agora hospeda bases militares norte-americanas. Mas a população de Okinawa tem sido mostrada repetidamente como a mais sadia e de maior longevidade na Terra. Isto foi mostrado conclusivamente pelo Okinawa Centenarian Study, um estudo de 25 anos patrocinado pelo Japanese Ministry of Health.


Quanta soja os idosos de Okinawa ingeriram durante suas vidas? O Okinawa Centenarian Study incluiu uma análise bastante detalhada do consumo alimentar na região. Os investigadores do estudo (Willcox et coll, 2002) afirmam: “os idosos de Okinawa ingerem uma média de duas medidas de produtos da soja, ricos em flavonóides, diariamente.” A soja constitui 12% da dieta dos idosos de Okinawa.
Os autores do Okinawan Centenarian Study analisaram a dieta e o perfil de saúde dos idosos de Okinawa e os compararam com outras populações de idosos em outros países. Eles concluíram que o alto consumo de soja é uma das razões principais do porquê destes residentes de Okinawa estarem sob risco extremamente baixo de sofrerem cânceres hormônio–dependentes, incluindo cânceres da mama, próstata, ovários, e cólon. Comparados com os norte-americanos, eles apresentam um impressionante índice de 80% menos câncer de mama e da próstata, e menos da metade dos cânceres de ovário e cólon.
Esta enorme redução no risco de câncer se deve, em parte, ao grande consumo de isoflavones da soja pelos moradores de Okinawa. Esta é uma importante descoberta, pois mostra que os menores índices de câncer no mundo industrializado estão em Okinawa, onde o consumo de soja é o maior do planeta.
Ainda, este estudo afirma que o alto consumo de soja em Okinawa é uma das razões principais destes idosos apresentarem 80% menos ataques cardíacos que os norte-americanos, e em havendo, eles são pelo menos duas vezes mais prováveis de sobreviverem.
Outros estudos confirmam o elo entre o consumo de soja e o risco reduzido de câncer. O Japan Public Health Center Study (Yamamoto et coll, 2003) observou que os menores índices de câncer de mama estão naquelas regiões onde as mulheres consomem quantidades mais altas de produtos da soja.
Estes são números espetaculares. Os autores deste estudo afirmam que se os norte-americanos tivessem um estilo de vida similar ao dos idosos de Okinawa, e ingerissem a quantidade de soja que eles usam, eles “teriam de fechar 80% das unidades coronarianas e um terço dos leitos para câncer nos EUA”.
Não é um acidente que em Okinawa, onde ocorre o maior consumo de soja per capita no mundo, as doenças cardíacas sejam raras, e que o câncer de mama seja tão raro, e que a maioria dos idosos nunca tenha ouvido falar de câncer da próstata. As três maiores causas de morte no ocidente — doenças coronarianas, acidente vascular cerebral e câncer — ocorrem em Okinawa com a mais baixa freqüência no mundo.
Há ainda o fato de que os idosos em Okinawa apresentam ossos bem mais fortes que idosos de idade correspondente no ocidente, além de apenas metade das fraturas. Os autores do Okinawa Centenarian Study atribuem esta saúde óssea maior ao grande consumo de soja em Okinawa.


Bibliografia

. Simoons F. Food in China: a cultural and historical inquiry. Boca Raton, FL: CRC Press Inc, 1991.
. Willcox BJ, Willcox DC, Suzuki M. The Okinawa Program: how the world's longest-lived people achieve everlasting health - and how you can too. Random House Inc (March 01, 2002)
. Yamamoto S, Sobue T, Kobayashi M, Sasaki S, Tsugane S. Soy, Isoflavones, and Breast Cancer Risk in Japan. Journal of the National Cancer Institute, 2003 June 18;95(12):906-913.





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